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Outubro Rosa 2012

02/10/2012





Conhecido internacionalmente como Outubro Rosa, o movimento chegou a Florianópolis para divulgar a importância dos exames para diagnóstico precoce do câncer de mama. Mundialmente é a neoplasia mais freqüente entre as mulheres totalizando mais de 1,2 milhões de casos novos por ano.

Marcado pela iluminação cor-de-rosa de prédios e monumentos, como a Torre de Pisa e o Coliseu, na Itália e o Arco do Triunfo, na França e a Casa Branca nos E.U.A , o movimento veio ao Brasil no ano de 2006. Em 2008 a Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mulher - FEMAMA iluminou oito monumentos no país alertando as mulheres brasileiras de que somente a mamografia é capaz de detectar pequenos nódulos. Mais de 50.000 mulheres recebem o diagnóstico de câncer de mama todos os anos no Brasil.

Figueira da Praça 15 é iluminada em 2009Em 2009 Florianópolis entrou no roteiro através da parceria entre a Associação Brasileira de Portadores de Câncer – AMUCC, a FEMAMA e a Secretaria Municipal de Saúde iluminando a figueira da Praça XV e o Lago das Bandeiras na cabeceira da Ponte Pedro Ivo. Além da iluminação em rosa, vans batizadas de Rosa Móvel percorreram a cidade de Florianópolis, levando informações sobre diagnóstico precoce do câncer de mama à população.

“Iluminar significa jogar luz em um assunto que tanto assusta as mulheres, mas o cor-de-rosa sinaliza que este medo pode ser amenizado pela realização dos exames para o diagnóstico precoce: o exame clínico das mamas, por médico ou enfermeira, e a realização da mamografia”, afirma a oncologista e Coordenadora de Políticas de Câncer da Secretaria Municipal, Dra. Senen Hauff. “Este RX especial das mamas está disponível na rede SUS de Florianópolis e não temos lista de espera para realizar este exame”, afirma a Enfermeira Caroline, coordenadora da Saúde da Mulher da Secretaria de Saúde de Florianópolis. “O exame que consegue detectar o nódulo em fase inicial é a mamografia. O auto-exame é um cuidado com o corpo, mas a própria mulher só conseguirá sentir um nódulo quando este já estiver grande e com menos chances de cura”.

A recomendação é que todas as mulheres procurem a Unidade de Saúde pelo menos uma vez por ano para realizarem o exame clínico das mamas que deve ser complementado pela mamografia, conforme a idade. A mamografia deve ser feita anualmente ou, pelo menos, a cada dois anos, por todas as mulheres entre os 50 e 70 anos de idade, mesmo que não sintam nada. “É um exame de rotina nesta faixa etária”, reafirma Senen. Algumas mulheres já devem fazer o exame a partir dos 40 anos, quando tem mãe ou irmã com câncer de mama, por exemplo. Quando a doença é diagnosticada no início, a chance de cura é de 90%.




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