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Monitor de acesso não é vigilante! Denuncie todo e qualquer desvio de função.

13/07/2016


a FEVASC denuncia que muitas empresas estão trocando a mão de obra especializada em segurança privada por monitores de acesso (controladores de acesso), precarizando os direitos trabalhistas dos vigilantes no Estado de Santa Catarina.

O vigilante, de forma específica, é regido pela Lei 7.102/1983.

O passo inicial para ingressar na carreira é realizar o curso de vigilante atendendo aos pré-requisitos, conforme a Portaria 3233/2012 da Polícia Federal, que regula a atividade dos cursos de formação. São 200 horas de curso dedicadas ao aprendizado de Noções de Segurança Privada, Legislação Aplicada, Direitos Humanos e Relações Humanas no Trabalho, Sistema de Segurança Pública e Crime Organizado, Prevenção e Combate a Incêndio e Primeiros Socorros, Educação Física, Defesa Pessoal, Armamento e Tiro, Vigilância, Rádio Comunicação e Alarmes, Criminalística, Técnica de Entrevista entre outros assuntos abordados.

Para garantir um aprendizado contínuo e atualizado, o trabalhador vigilante terá que passar por reciclagens, que acontecerão a cada dois anos. Assim se garante à população que aqueles e aquelas que trabalham como vigilantes estejam aptos para garantir a segurança com a devida capacitação. Isso não ocorrerá com as novas contratações, que substituem os vigilantes por monitores de acesso. O objetivo principal da troca é a redução de custos, isto é, salário menor e sem direito à periculosidade e outros benefícios conquistados com muita luta ao longo dos anos.

A FEVASC e demais sindicatos, combaterá arduamente essa forma irregular de contratação.




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