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1º de Maio dia do Trabalhador (a)! Muito temos a refletir!

30/04/2015





Origem do 1º de maio A diminuição de turnos de trabalho foi a primeira reivindicação da classe. Exigia-se não morrer de tanto trabalhar. Outra exigência era a de não morrer de fome. Os patrões respondiam com mortes, prisões e perseguições dos lutadores operários. Tudo o que os trabalhadores conquistaram foi fruto desta luta. Como a jornada de 8 horas, as férias, o descanso aos domingos, a previdência social, a indenização por acidente, a aposentadoria, tudo, enfim. Em 1886, em várias cidades americanas explodem greves isoladas muito reprimidas pela polícia. O 1º de maio trouxe muitos mortos e feridos, mas não conquistou as 8 horas. Dois anos depois, a data foi transformada no dia de uma manifestação internacional dos trabalhadores. 1º de maio no Brasil O Brasil chega à fase da industrialização com cem anos de. A escravidão em nosso país só acabou, oficialmente, em 1888. Depois da escravidão a filosofia política dominante era o liberalismo, que não admitia nenhum direito para os trabalhadores. Mesmo com uma classe operária pequena e jovem, logo estouraram as primeiras lutas. A influência dos operários imigrantes, de tendência anarquista, que já tinham tido algum contato com as fábricas em seus países, acelerou a politização da classe operária. - Em 1903 aumentam as greves pelas 8 horas; - No Rio de Janeiro trabalhadores têxteis conseguem 9h30 de jornada; - Em 1906 a força pública intervém, prende e fere centenas de trabalhadores, doze ferroviários são mortos; - Em 1908, setores do governo e dos patrões querem transformar o 1º de maio em feriado para esvaziar as lutas; - Em 1919, depois de barricadas, mortos, feridos e presos, os empresários aceitam 8h, mas não as aplicam - Em 1924, o governo decreta o dia 1º de maio como feriado nacional. Feriado sim, mas sem as 8h; - Apesar disto as greves e manifestações continuam. Até que em 1943, Vargas consolida a jornada de 8h, com semana de 48h. - Em 1988 promulgada a nova constituição, que garante uma série de direitos aos trabalhadores, entre eles, jornada semanal de 44h.


Reflexão do presidente sobre o 1º de maio

Com todo isto, podemos afirmar que nada nos foi dado de mão beijada, todas as conquistas foram fruto da pressão dos trabalhadores, a Consolidação das Leis do Trabalho, a definição de um salário mínimo, não foi uma “doação” de direitos, dada pelo “pai-governo”, em que Getúlio Vargas estava a frente, foi sim, resultado de uma luta que dizimou, milhares de trabalhadores que não aceitavam as injustiças do trabalho. Para nós hoje, vale refletir a luta e a determinação que muitos companheiros (as) tiveram para que pudéssemos desfrutar de garantias que muitos (as) que deram suas vidas em prol destas conquistas não puderam usufruir. Que também nós tenhamos um verdadeiro entusiasmo e ousadia para sonhar e fazer acontecer a diferença na qualidade e valorização no trabalho, para nós e nossos filhos.




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