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Presidente da Fevasc e diretores (as) participam do Seminário e Debate de Conjuntura Nacional do DIEESE.

15/04/2014

Seminário e Debate de Conjuntura Nacional do DIEESE, que teve por tema: "Conjuntura Nacional, dinâmica da Negociação Coletiva e redução da jornada de trabalho." Aconteceu dia 11 de Abril na cidade de Itapema nas dependências da FETIESC. 





Resumo dos temas debatidos no  Seminário e Debate de Conjuntura Nacional do DIEESE, que teve por tema: "Conjuntura Nacional, dinâmica da Negociação Coletiva e redução da jornada de trabalho."

O desempenho das negociações salariais no segundo semestre foi melhor do que o apurado no semestre anterior: 94% dos reajustes da segunda metade do ano resultaram em aumentos reais aos salários, frente a 83% dos reajustes da primeira metade do ano resultaram em aumentos reais aos salários, frente a 83% dos reajustes da primeira metade.

 

O aumento real médio foi de 1,52%, frente ao 1,11% do primeiro semestre.

 

Dois fatores predominantes contribuíram para isso: 1) a queda da inflação, a partir de abril; e 2) a concentração de negociações coletivas de grandes categorias, com grande poder de mobilização, em importantes setores da economia no segundo semestre.

 

Contribuiu também para o melhor resultado a manutenção do desemprego em patamares baixos.

 

Também o crescimento do PIB, que em 2013 resultou em um crescimento da ordem de 2,3%, contrariando as expectativas pessimistas.

 

O PIB brasileiro no ano passado ficou acima do aumento real médio das categorias profissionais analisadas pelo DIEESE, que foi de 1,25% no consolidado anual.

 

O dado precisa ser considerado no debate sobre a produtividade da economia nacional

Contudo, o resultado consolidado dos reajustes salariais de 2013 ficou abaixo do observado em 2012.

 

Mantido o quadro econômico atual, de inflação controlada, baixas taxas de desemprego e manutenção ou crescimento da economia, é de se esperar para 2014 resultados mais favoráveis nas negociações.

 

ALGUMAS RAZÕES PARA REDUZIR A JORNADA DE TRABALHO LEGAL NO BRASIL

A jornada de trabalho legal no Brasil é uma das maiores do mundo

O quadro é agravado pelo volume elevado de horas extras

O ritmo de trabalho é intenso e flexível

 Os trabalhadores  têm pouco tempo para estudar, ficar com a família e para as atividades de lazer

As dificuldades de deslocamento para o trabalho tomam cada vez mais tempo da vida do trabalhador

 

POR QUE É POSSÍVEL REDUZIR A JORNADA DE TRABALHO NESSE MOMENTO?

A produtividade do trabalho teve um crescimento significativo nas última décadas  no Brasil (84% entre 1988 e 2008, segundo o IBGE).

Enquanto a produtividade cresceu, o rendimento médio sofreu uma retração (com recuperação nos últimos anos.)

O peso dos salários no custo total da produção gira em torno de 22% na indústria de transformação.

A redução da jornada representaria um aumento no custo de produção de apenas 1,99%.

O custo hora dos salários  no Brasil, apesar de ter aumentado nos últimos anos, ainda é baixo.

Jornada de trabalho semanal  

Países selecionados (2008)

Países

Horas

Hong Kong

45.0

Bulgária

41.5

Croácia

41.4

República Checa

41.3

Japão

40.9

Grécia

40.8

Suíça

40.4

Suécia

39.9

Reino Unido

39.5

Dinamarca

39.3

Finlândia

39.2

Itália

39.2

Alemanha

38.5

França

35.57

Canadá (1)

35.2

 




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